Entenda os impactos da proibição do uso de celulares em sala de aula no Rio de Janeiro, segundo estudo da Universidade de Stanford, e o que os dados revelam sobre atenção, desempenho e desigualdades.
📵 Proibição teve efeito positivo sobre notas Um estudo da Universidade de Stanford, conduzido em parceria com a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro, analisou os efeitos da política de veto ao uso de celulares em escolas públicas. Os resultados mostram melhora significativa no desempenho acadêmico dos alunos, especialmente entre os mais jovens, com ganhos em leitura e matemática.
📈 Impacto maior entre estudantes vulneráveis Segundo os pesquisadores, os efeitos positivos foram mais pronunciados entre alunos de famílias de baixa renda. Isso indica que o veto ao celular em sala de aula pode ser uma medida eficaz para reduzir desigualdades de aprendizagem, ao minimizar distrações e melhorar o ambiente escolar para os que têm menos acesso a espaços adequados de estudo fora da escola.
🧠 Mais foco, menos dispersão O estudo aponta que, ao eliminar a possibilidade de checar redes sociais ou jogar durante as aulas, os alunos aumentaram o tempo de atenção às atividades pedagógicas. Professores também relataram maior engajamento, menos interrupções e um ambiente mais propício à aprendizagem coletiva.
⚠️ Medida isolada não resolve o problema Pesquisadores e educadores alertam, no entanto, que o veto ao celular não deve ser visto como solução única para os desafios educacionais. O uso pedagógico da tecnologia continua sendo importante, e é preciso diferenciar o uso pessoal do uso educativo, além de investir em formação docente para lidar com os dois contextos.
🚀 O que acompanhar Vale observar se outros estados seguirão a política do RJ, como os conselhos escolares irão adaptar regras locais e se haverá investimentos em estratégias paralelas — como uso consciente da tecnologia, educação midiática e alternativas para alunos que dependem do celular como ferramenta de estudo em casa.
🔍 Conclusão O veto ao celular em sala de aula mostrou efeitos positivos no desempenho acadêmico, sobretudo entre os mais vulneráveis. A medida reforça o papel do ambiente escolar estruturado, mas precisa vir acompanhada de políticas que integrem criticamente a tecnologia ao currículo e à formação cidadã.
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